Uma direção certa, porém inadaptada...
"O ser humano é produto do meio" já endossou o famoso escritor e filósofo, iluminista: Jean-Jacques Rousseau
Uma breve viagem a história de nosso Brasil, nos fará concordes com esta declaração.
É natural, e comum que nós os cristãos, defendemos que somos, possuidores, e portadores de uma vida não condizente, com a cultura a qual somos e estamos inseridos!
Somos defensores da verdade teórica(quando não se tem a prática) de Romanos 12 e versículo 2, que diz:
"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."
Sim! É muito comum ouvirmos crentes nominais, declararem que não andam de acordo com este mundo.
Nominais, são aqueles, ainda que convencidos desta realidade bíblica, agem em desacordo com ela.
Retornando ao nosso raciocínio.
Verifiquemos, o quanto de verdade há na declaração deste filósofo, em se tratando de nossa cristandade...
A cristandade de anos atrás, não era favorável ao divórcio.
Mas, porque não era favorável?
Por que seguia a verdade bíblica!
Não! Pelo ao menos, não foi isto que a história demostrou.
Pois, o divórcio a anos atrás também era algo não aceitável à sociedade... Lembro, de não poucos casamentos que foram mantidos, por homens e mulheres.
Ainda que sofriam vários tipos de incompatibilidade de gênios, de afrontas, de injúrias, falta de amor mútuo, etc... Não que esteja defendendo, a um casamento desestruturado, pois esta não é minha palavra...
Mas, quero com esta lembrança, indicar o quanto cultural têm sido o padrão da cristandade!
O que parecia ser uma defesa de um comportamento bíblico, hoje não se pode afirmar isto. Pois assim como à cultura atual têm sido aceitável o divórcio, assim estamos nós seguindo o curso nesta direção errada, porém adaptável...
A direção certa, esta em um caminho não muito adaptável, mas nem por isto deixou de ser certa.
As palavras desta verdade bíblica, citada acima, terão seus efeitos evidenciados na prática, em cristãos não meramente nominais, mas sim, naqueles professos, que por um amor totalmente condicionado e influenciado pela sua vertical, segue à propósito de agradar àquele que por sua própria morte o resgatou da sujeição e submissão da frase endossada pelo ilustre iluminista, Rousseau.
A ordem, Transformái-vos, trás a nós, a ideia de uma mudança inicial, porém continua. Em um exercício espiritual e habitualmente guiado pelas escrituras.
Se o ser humano é comprovadamente o fruto do meio. Que sejamos nós o dito, "meio" que influencia, afim de que, à todos seja claramente evidenciado, o prejuízo causado na sociedade e no mundo, por um casamento que se finda, por causa de uma não compreensão, de uma não tolerância, de uma não empatia.
Certificasse à todos, que a prática cristã consiste em obediência irrestrita aos desejos do Senhor supremo do universo. A este, que em nenhuma de suas exigências repousa a falta de uma boa vontade, que é agradável e perfeita. Mas, só aquela que fará, e trará uma humanidade mais decente e muito mais humana.
Esta é uma defesa à declaração vívida e empolgante de meu supremo e grande salvador, Jesus Cristo:
Mateus: 19. 6. "Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem."
Endossada por seu apóstolo:
1 Coríntios: 7. 27. "Estás ligado a mulher? não procures separação. Estás livre de mulher? não procures casamento."
Seu conservo,
Pastor Elizeu Fausto
Uma breve viagem a história de nosso Brasil, nos fará concordes com esta declaração.
É natural, e comum que nós os cristãos, defendemos que somos, possuidores, e portadores de uma vida não condizente, com a cultura a qual somos e estamos inseridos!
Somos defensores da verdade teórica(quando não se tem a prática) de Romanos 12 e versículo 2, que diz:
"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."
Sim! É muito comum ouvirmos crentes nominais, declararem que não andam de acordo com este mundo.
Nominais, são aqueles, ainda que convencidos desta realidade bíblica, agem em desacordo com ela.
Retornando ao nosso raciocínio.
Verifiquemos, o quanto de verdade há na declaração deste filósofo, em se tratando de nossa cristandade...
A cristandade de anos atrás, não era favorável ao divórcio.
Mas, porque não era favorável?
Por que seguia a verdade bíblica!
Não! Pelo ao menos, não foi isto que a história demostrou.
Pois, o divórcio a anos atrás também era algo não aceitável à sociedade... Lembro, de não poucos casamentos que foram mantidos, por homens e mulheres.
Ainda que sofriam vários tipos de incompatibilidade de gênios, de afrontas, de injúrias, falta de amor mútuo, etc... Não que esteja defendendo, a um casamento desestruturado, pois esta não é minha palavra...
Mas, quero com esta lembrança, indicar o quanto cultural têm sido o padrão da cristandade!
O que parecia ser uma defesa de um comportamento bíblico, hoje não se pode afirmar isto. Pois assim como à cultura atual têm sido aceitável o divórcio, assim estamos nós seguindo o curso nesta direção errada, porém adaptável...
A direção certa, esta em um caminho não muito adaptável, mas nem por isto deixou de ser certa.
As palavras desta verdade bíblica, citada acima, terão seus efeitos evidenciados na prática, em cristãos não meramente nominais, mas sim, naqueles professos, que por um amor totalmente condicionado e influenciado pela sua vertical, segue à propósito de agradar àquele que por sua própria morte o resgatou da sujeição e submissão da frase endossada pelo ilustre iluminista, Rousseau.
A ordem, Transformái-vos, trás a nós, a ideia de uma mudança inicial, porém continua. Em um exercício espiritual e habitualmente guiado pelas escrituras.
Se o ser humano é comprovadamente o fruto do meio. Que sejamos nós o dito, "meio" que influencia, afim de que, à todos seja claramente evidenciado, o prejuízo causado na sociedade e no mundo, por um casamento que se finda, por causa de uma não compreensão, de uma não tolerância, de uma não empatia.
Certificasse à todos, que a prática cristã consiste em obediência irrestrita aos desejos do Senhor supremo do universo. A este, que em nenhuma de suas exigências repousa a falta de uma boa vontade, que é agradável e perfeita. Mas, só aquela que fará, e trará uma humanidade mais decente e muito mais humana.
Esta é uma defesa à declaração vívida e empolgante de meu supremo e grande salvador, Jesus Cristo:
Mateus: 19. 6. "Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem."
Endossada por seu apóstolo:
1 Coríntios: 7. 27. "Estás ligado a mulher? não procures separação. Estás livre de mulher? não procures casamento."
Seu conservo,
Pastor Elizeu Fausto
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